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  • Foto do escritorAdriana Mugnaini

Analista da Embrapa apresenta novos cultivares de mandioca para a indústria

O processo de pesquisa de novas variedades

de mandioca leva, pelo menos, 9 anos

 

BRS CS01, BRS 420, BRS Ocauçu e BRS Boitatá. Essas são as novas variedades de mandioca para a indústria de amido e fécula que foram apresentadas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) no primeiro dia de palestras da FIMAN 2023.


“São muitos os desafios para o lançamento de uma nova variedade de mandioca. Temos que considerar a interação genótipo-ambiente, o sistema de produção, a demanda do produtor (se terá boa produção), a demanda industrial (se dará farinha de boa guarda), a demanda do consumidor (se a raiz cozinha rápido, se tem uma massa sem fibras), a demanda do prestador de serviço (facilidade de arranquio) e se a variedade se adapta à colheita mecanizada”, explicou o analista da Embrapa, Helton Fleck da Silveira.


Segundo o analista, a Embrapa trabalha com um Programa de Melhoramento Genético Clássico. “Fazemos o cruzamento de sementes de uma planta pai e uma planta mãe, com características que buscamos na nova variedade. Cada semente vai gerar plantas individuais que serão analisadas. A Embrapa produz, em média, 3.600 clones por ano, que são as sementes com linhagens. Daí são tiradas as manivas de cada planta para fazermos os bancos de ensaio de competição. É apenas no 9º ano da pesquisa que acontece a parte de multiplicação, liberação oficial e difusão de uma nova variedade”.

 

 

Jornalista: Keila Metz

Fotos: Frederico Junglaus

Coordenação: Básica Comunicações




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